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domingo, 1 de dezembro de 2013
Cartinhas de natal dos correios
Realizada há mais de 20 anos, a campanha Papai Noel dos Correios é uma das maiores ações sociais natalinas do Brasil. Desenvolvida em todas as 28 diretorias regionais da ECT, tem por objetivo principal o envio de carta-resposta às crianças que escrevem ao Papai Noel. Além de estimular a redação de cartas manuscritas pelas crianças, a campanha incentiva a solidariedade dos empregados e da sociedade.
Desde 2010, a campanha passou a contemplar, além das cartas oriundas das crianças da sociedade, as cartas de crianças de escolas, abrigos, núcleos socioeducativos e creches. Dessa forma, a campanha alinha-se a um dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, Educação Básica de Qualidade para Todos, e, por conseguinte, associa-se a preceitos de responsabilidade social empresarial.
Essa vinculação configura uma importante iniciativa de convergência da atuação da ECT em prol da educação, sendo as crianças em situação de vulnerabilidade social as principais beneficiadas. Desenvolver a habilidade da redação de carta, de como endereçar, o uso do CEP (Código de Endereçamento Postal) e do selo postal são ações trabalhadas nas escolas, visto que um dos problemas recorrentes em anos anteriores era a impossibilidade de seleção /adoção da carta, em razão de endereços incorretos, ausentes ou ilegíveis. Trabalhar com as crianças o poder da comunicação por meio da redação de cartas ao Papai Noel significa estimulá-las a aprender, com o resgate do prazer em escrever.
Respeito ao professor
Brasil é o país que menos respeita o professor
O Brasil ficou em penúltimo lugar em um índice divulgado nesta quinta-feira (3) pela fundação internacional Varkey Gems que mostra, pela primeira vez, o status que os professores têm em seu país. Segundo o estudo, que fez uma pesquisa quantitativa com mil entrevistados por país analisado, o Brasil só fica atrás de Israel na pior valorização do professor. Leia a íntegra da pesquisa aqui, em inglês.
O estudo analisou a questão em 21 países - escolhidos pela sua melhor participação no Terceiro Estudo Internacional de Matemática e Ciências e no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes - e apresenta resultados sobre o status do professor, a percepção de recompensa recebida pelo profissional e o controle e organização do setor de ensino.
De acordo com a pesquisa, China, Coreia do Sul, Turquia, Egito e Grécia respeitam mais seus professores do que todos os outros países europeus e anglo-saxões analisados. No Brasil, menos 20% dos entrevistados responderam que encorajariam seus filhos a serem professores. Já na Coreia do Sul, a porcentagem é superior a 40%.
Já em relação a confiança de que o professor é capacitado para dar uma boa educação aos alunos, o Brasil foi o que mais respondeu que sim, seguido da Finlândia.
Em relação à comparação de profissões, Estados Unidos, Brasil e Turquia pensam que ensinar lembra o ofício de um bibliotecário. Já na China, a profissão é mais comparada a de médico.
Sobre o salário, em 95% dos países analisados as pessoas acham que os professores deveriam ganhar mais do que o tanto que acreditam que eles recebem por mês.
Fonte:
Associação Educacional Labor
Bem vindo à Associação Educacional Labor
Você já deve ter se perguntado porque crianças e jovens não se adaptam à escola, não conseguem aprender, acabando por abandonar os estudos.
Muitos afirmam que isso acontece devido a problemas cognitivos, afetivos ou físicos dos alunos; ou por eles virem de lares desfeitos, pais desinteressados, etc.
Mas as pesquisas demonstram que isso não é fato. Na realidade, constata-se que a forma como o sistema escolar está organizado não é adequada aos alunos, ao seu ambiente cultural, à sua vida.
Tendo como base anos e anos de experiência e reflexão sobre a criança brasileira e a realidade escolar no país, a equipe de educadores da Associação Educacional Labor identificou algumas das principais necessidades do sistema educacional para superar a crise em que se encontra.
Hoje em dia, há uma forte consciência de que a educação formal que uma criança recebe é mais que um benefício para ela e sua família: é fator indispensável para o desenvolvimento e a qualidade de vida do próprio país. Mas não é com palavras que se muda um modelo educacional. é com ações.
A Labor vem contribuindo para essa mudança através de projetos práticos, nos quais aplica e avalia ações concretas que tornam o processo educativo e um ambiente da escola mais favoráveis à aprendizagem. Gestores, educadores e toda a comunidade escolar contribuem para isso, gerando condições para o sucesso do aluno que, motivado, avança cada vez mais em seus estudos e em sua condição de jovem cidadão.
Foi partindo desse pressuposto que nasceu a Associação Educacional Labor.
Sonho de cursar faculdade
14.11.2012
Aluno de 70 anos realiza sonho ao cursar faculdade de Direito
Acordar cedo para ir à faculdade, aproveitar o tempo livre em casa para estudar e rever conteúdos, além de manter contato com os professores para esclarecer dúvidas. Essa é a rotina de milhões de jovens estudantes que cursam o ensino superior no Brasil. Mas quantas pessoas você conhece que conseguiram realizar o sonho de chegar à universidade próximo aos 70 anos de idade? Conheça a história do Sr. Altair, estudante de Direito da Anhanguera - Uniban ABC, que vem realizando um sonho de infância, desde que iniciou sua trajetória no ensino superior.
Como a grande maioria dos rapazes de seu tempo, sr. Altair casou-se bastante jovem. Nessa época, entre as décadas de 1950 e 1960, ele trabalhava como linotipista, profissão que hoje em dia está quase extinta (era encarregado de compor os textos de impressão das páginas de um jornal). Pouco tempo depois do casamento, vieram os filhos, e a necessidade de sustentar a família e dar estudo às crianças tornou-se a grande prioridade. Assim, o sonho se tornar bacharel em Direito foi ficando de lado.
Com o passar dos anos, muita coisa mudou! Os filhos cresceram, o ritmo de trabalho foi diminuindo, até que a aposentadoria chegou. Só uma coisa não mudava: o sonho de infância de seu Altair de cursar Direito crescia sem parar. Mas, para que esse grande desejo se realizasse, ainda faltava um empurrãozinho. É aí que entra o professor Ricardo Bauab, que dá aulas na instituição, e que além de amigo pessoal de nosso personagem, foi também seu grande incentivador.
Espanto
A princípio, quando o sr. Altair comunicou sua família a respeito da intenção de cursar Direito, esposa e filhos acharam que a idade estava comprometendo suas ideias. Ledo engano! A atitude nada mais era do que prova da lucidez e entusiasmo do aluno. Mesmo diante das críticas, ele foi em frente, e hoje, reverteu o quadro, sendo constantemente elogiado pela esposa, filhos e parentes próximos.
Além dos familiares, Altair é também constantemente elogiado pelos docentes e outros estudantes. "Meus colegas e professores são sensacionais! Eles dizem que eu sou a inspiração para eles levantarem da cama e enfrentarem o dia", explica.
E nosso personagem já traça os planos de atuação para o futuro. "Quero atuar como advogado, nas áreas trabalhista e previdenciária. Quero ajudar as pessoas a conquistarem seus direitos", finaliza Altair.
Homenagem. Em outubro, sr. Altair foi homenageado pela direção da unidade. Ele recebeu uma placa comemorativa que faz alusão ao empenho, dedicação e esforço do aluno nos estudos.
Como a grande maioria dos rapazes de seu tempo, sr. Altair casou-se bastante jovem. Nessa época, entre as décadas de 1950 e 1960, ele trabalhava como linotipista, profissão que hoje em dia está quase extinta (era encarregado de compor os textos de impressão das páginas de um jornal). Pouco tempo depois do casamento, vieram os filhos, e a necessidade de sustentar a família e dar estudo às crianças tornou-se a grande prioridade. Assim, o sonho se tornar bacharel em Direito foi ficando de lado.
Com o passar dos anos, muita coisa mudou! Os filhos cresceram, o ritmo de trabalho foi diminuindo, até que a aposentadoria chegou. Só uma coisa não mudava: o sonho de infância de seu Altair de cursar Direito crescia sem parar. Mas, para que esse grande desejo se realizasse, ainda faltava um empurrãozinho. É aí que entra o professor Ricardo Bauab, que dá aulas na instituição, e que além de amigo pessoal de nosso personagem, foi também seu grande incentivador.
Espanto
A princípio, quando o sr. Altair comunicou sua família a respeito da intenção de cursar Direito, esposa e filhos acharam que a idade estava comprometendo suas ideias. Ledo engano! A atitude nada mais era do que prova da lucidez e entusiasmo do aluno. Mesmo diante das críticas, ele foi em frente, e hoje, reverteu o quadro, sendo constantemente elogiado pela esposa, filhos e parentes próximos.
Além dos familiares, Altair é também constantemente elogiado pelos docentes e outros estudantes. "Meus colegas e professores são sensacionais! Eles dizem que eu sou a inspiração para eles levantarem da cama e enfrentarem o dia", explica.
E nosso personagem já traça os planos de atuação para o futuro. "Quero atuar como advogado, nas áreas trabalhista e previdenciária. Quero ajudar as pessoas a conquistarem seus direitos", finaliza Altair.
Homenagem. Em outubro, sr. Altair foi homenageado pela direção da unidade. Ele recebeu uma placa comemorativa que faz alusão ao empenho, dedicação e esforço do aluno nos estudos.
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